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sexta-feira, 25 de março de 2016

Delegados ameaçam entrar em greve no Pará

Revoltados com o corte no pagamento da reposição salarial, os delegados do Pará ameaçam entrar em greve. A categoria se reunirá em assembleia, no próximo dia 1º, às 18h, para decidir se irá parar as atividades.
O Governo do Estado deixou de pagar, este mês, o recurso previsto na Lei 094/2014. Segundo o delegado João Moraes, presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Pará (Sindelp), o Secretário de Segurança Pública do Estado, Jeannot Jansen chamou os representantes dos trabalhadores na terça-feira (22) para avisar que o Governo de Simão Jatene não iria pagar o recurso, alegando falta de dinheiro.
Ainda segundo Moraes, ontem o governador Jatene, por meio de sua assessoria de comunicação, reafirmou que não pagará, agora, mas que pagaria quanto tivesse o recurso. “Porém, não disse nem quanto ou quando pagaria. É isso que queremos saber”, completa. O presidente do sindicato disse esperar que o Governo apresente uma solução para o impasse o quanto antes. “Estamos preparados para ficar em greve o tempo que for preciso”.
Em nota, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Segup) afirmou que a mesa de negociação com os delegados continua aberta e que isso foi informado na reunião com os representantes da categoria. “A reunião serviu para que o secretário Jeannot Jansen, afirmasse que o Governo está sensível à questão e disposto a negociar com a categoria”. Segundo a nota, o Governo não deixará de pagar a reposição prevista. “Porém, diante da realidade econômica vivida pelo País, que também impacta nas finanças estaduais, não conseguirá efetuar o incremento
neste mês”, diz a nota.
ENTENDA O CASO
A lei 094/2014 garante a reposição salarial, de 2014 a 2018. O movimento pela inclusão desse abono na folha salarial dos delegados ocorreu no final de 2013, quando a categoria parou as atividades por 72h. A reposição tem o objetivo de corrigir uma diferença salarial entre os delegados do Pará com os do restante do País. O acordo então fechado com o Governo do Estado foi a criação da Lei , na qual essa correção era feita em 5 parcelas anuais. “Isso, por si só, já acarretou grave prejuízo financeiro”, afirma o presidente do Sindelp, delegado João Moraes.

BR Notícias


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