CONHEÇA EVERALDO EGUCHI, DELEGADO FEDERAL E PRÉ CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL PELO PSL NO PARÁ

Everaldo Eguchi, Delegado de Polícia Federal é pré candidato a deputado federal  pelo Partido Social Liberal- PSL -Pará

Everaldo Eguchi é formado em Economia e Direto e Delegado de Polícia Federal há aproximadamente 11 anos, nesse tempo atuou como policial federal enfrentando diversas situações que lhe deram notoriedade sendo convidado para fazer parte da Interpol, onde trabalhou na cidade de Lyon na França, sempre superando  todos os obstáculos.

   Porque o senhor quer ser candidato?

   - Sinceramente cansei de enxugar gelo, pois nossa atuação é sempre pautada pela lei e esta, foi alterada para beneficiar criminosos, por isso que a polícia prende e a justiça solta, pq a lei assim o permite.
Então, tomei a decisão de tentar mudar a lei e estou trabalhando nesse sentido propondo minha pré-candidatura a deputado federal, porque somente no Congresso Nacional conseguiremos mudar o Brasil. Nossa bandeira jamais será vermelha.

   - Então resolvi  sair da minha zona de conforto e tentar fazer a diferença, resolvi trabalhar mais ainda  pelo meu país e aceitei ser pré-candidato a DEPUTADO FEDERAL.

Acredito estar fazendo a coisa certa e neste momento, apoiado por toda minha  família, venho aqui pedir aos meus amigos que me apoiem nesta nova fase. A caminhada será difícil mas com a Família e os Amigos será vitoriosa!!!

Vamos lá agora é a hora de mudar!!

Delegado Federal Eguchi - PSL 17

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Lutam por terra. Estão marcados para morrer



Por  Daniel Camargos, em Repórter Brasil
Antes das 19h, Osvalinda Pereira tranca a porta, fecha as janelas e não sai mais de casa no Projeto de Assentamento Areias, em Trairão, no Oeste do Pará. Ela e o marido, Daniel Pereira, estão jurados de morte. “A expectativa é de chegar alguém aqui e fazer o pior”, diz a assentada.
Há duas semanas, cavaram duas covas e fincaram duas cruzes, uma para ela e outra para o marido, na última ameaça feita pelos madeireiros que exploram ilegalmente o local onde o casal vive. O ato macabro foi deixado no quintal deles.
Osvalinda e Daniel não são coniventes com o crime ambiental dos madeireiros. Pelo contrário, ela preside a associação de mulheres e desenvolve atividades que buscam diversificar as formas de renda das 300 famílias do Projeto de Assentamento Areias, criado em 1998.
A militância incomoda os criminosos, que usam as estradas do assentamento como rota para o contrabando de madeira. As ameaças são constantes nos últimos seis anos. Motocicletas com homens armados e encapuzados rodeiam a casa do casal.
Assim como Osvalinda e Daniel, em todo o Brasil lideranças rurais que lutam pela terra e pela água são ameaçados por madeireiros, grileiros, fazendeiros e até mesmo por grupos ligados a empreendimentos privados e do Estado. A Repórter Brasil reuniu 10 depoimentos no vídeo Jurados de Morte. São relatos de pessoas que vivem sob risco constante na Bahia, Maranhão, Amazonas, Tocantins e Pará.
As ameaças estão inseridas em um contexto de aumento da violência no campo nos últimos anos. De acordo com o relatório da Comissão Pastoral da Terra (CPT), em 2017 foram registrados 1.431 conflitos no campo com 71 mortes. É o maior número de assassinatos desde 2003, quando 73 morreram por conflitos rurais.
O período de 2015 até 2017 é classificado pela CPT como “ruptura política”, que inclui o primeiro ano do turbulento segundo mandato de Dilma Rousseff (PT) e o atual governo de Michel Temer (MDB). A média de morte em conflitos no campo neste período é de 60 por ano. Entre 2007 e 2010, no segundo mandato de Lula (PT), a média foi de 28.
Série de mortes em Anapu
Um dos locais onde a violência cresce é Anapu, no Sudoeste do Pará, onde foi assassinada a missionária norte-americana Dorothy Stang em 2005. Em um acampamento na região conhecida como Gleba Bacajá, onde a freira foi executada, uma sequência de assassinatos já tirou a vida de três pessoas da mesma família. O último crime ocorreu neste domingo, quando o assentado Leoci Resplandes de Souza foi morto a tiros em frente da sua casa.
Em janeiro, o tio de Leoci, Valdemir Resplandes, foi executado com tiros nas costas. Em 2015, o primo de Leoci, Hércules Santos de Souza, também foi morto ao sair de uma festa em Anapu. “Todas as mortes precisam de uma linha comum de investigação, pois são crimes ligados à disputa pela terra”, afirma a defensora agrária de Altamira, Andrea Barreto.
O assassinato não foi uma surpresa. Na terça passada, portanto seis dias antes da morte de Leoci, a sua mãe, Iraci Resplandes, procurara a defensora. Ela comunicou que observava a movimentação de pessoas suspeitas, algo semelhante ao que ocorreu antes da morte de Valdemir.
“Foi dado sinal verde para o poder privado soltar as asas e pegar o que puder”, afirma Jeane Bellini, integrante da coordenação nacional da CPT.  Bellini avalia que há uma relação direta entre a falta de ação do Estado e a violência no campo. “O governo tem se ausentado”, afirma.
O antropólogo e pesquisador dos conflitos fundiários na Amazônia, Igor Rolemberg, destaca algumas medidas, como a redução orçamentária à reforma agrária e o bloqueio do acesso ao crédito rural por parte de 500 mil famílias assentadas, como fatores que acirram a violência no campo.
“Se por um lado o governo deixa de criar assentamentos, por outro a demanda por terra não deixa de existir por parte das famílias acampadas ou em ocupações”, explica.
A política do governo de Michel Temer é ampliar a emissão de títulos individuais de propriedade, em detrimento de apoio aos assentamentos. Entre 2015 e 2016, enquanto a emissão de títulos individuais aumentou de 1.222 para 7.356, a quantidade de famílias assentadas caiu de 26.335 para 1.686 no mesmo período.
Com essa política, o governo deixa de investir na infraestrutura e o apoio para que o pequeno agricultor permaneça e produza na terra, pois assentamentos exigem a construção de estradas, escolas e postos de saúde, além de financiamento para o plantio.
Conflitos podem piorar
“Se não houver mudança política eu não vejo como mudar esse quadro”, entende Jeane Bellini, da CPT. Na análise da coordenadora da comissão, a situação pode piorar. “Quem mandou pistoleiros e ameaçou no ano passado pode consumar o fato em 2018”, afirma.
Esse é um dos temores de Ednaldo Padilha, da comunidade quilombola Camaputiua, em Carajari, no Maranhão. “Cabeça”, como Ednaldo é conhecido por todos na região, é um líder comunitário e já participou de diversas ações de resistência contra a entrada dos latifundiários nas terras quilombolas.
As lutas renderam diversas ameaças veladas até que, em setembro do ano passado, dispararam três tiros na casa dele. “Cabeça” procurou a polícia e chegou a ficar dois meses fora em um programa de proteção à pessoas ameaçadas de morte. Ele não tem dúvidas sobre a origem das ameaças. “Quem ameaça são fazendeiros e políticos locais que querem tomar a terra da gente”, afirma.
A CPT divide os conflitos em quatro tipos: por terra, pela água, trabalhistas e a última categoria que envolve outros casos: confrontos em tempos de seca, os ligados à política agrícola e ao garimpo.
Em Minas Gerais, 66 pessoas estão inseridas em um programa de proteção aos ameaçados de morte do governo estadual. O maior grupo, com 17 pessoas, é de conflitos com empresas mineradoras.
O casal Vanessa e Reginaldo dos Santos integra a lista. Eles tomaram a frente na luta contra o empreendimento da mineradora Anglo American. Após a construção do mineroduto, tiveram que deixar o sítio onde viviam na comunidade Cabeceira do Turco, pois a casa passou a tremer. “O minério passa a 24 metros da minha casa. Todas as propriedades próximas tremem”, afirma.
O casal mudou para um imóvel alugado pela mineradora em Conceição do Mato Dentro e, ao se oporem a um projeto expansão da mineração solicitando judicialmente o cancelamento de uma audiência pública, passaram a ser perseguidos.
Um jornal local publicou matéria com o nome deles e dos outros três autores da ação. Depois disso, passaram a receber ameaças sob o argumento de que estariam atrapalhando o desenvolvimento econômico da cidade. Um dos autores da ação junto com o casal, Elias Souza, chegou a ser agredido fisicamente.
“Recebi um bilhete dizendo que eu seria a próxima”, afirma Vanessa, que relata ser constante motoqueiros buzinarem na porta da casa dela de madrugada. Além das ameaças, Vanessa reclama de não conseguir emprego na cidade. “Somos taxados de ser contra a mineração. Não somos. Nós somos contra as violações de direitos que a mineração faz”, afirma.
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Estado do Tapajós, "A Voz Do Brasil" entrevista o ICPET Instituto Cidadão Pró Estado do Tapajós

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  A Voz Do Brasil entrevista o ICPET Instituto Cidadão Pró Estado do Tapajós, a Voz do Brasil, um programa de rádio que tem alcance nacional, mostrou interesse na luta do Estado do Tapajós e no o Projeto de Lei de Incentiva Popular, PLIP.
"Falar a um meio de comunicação como "A Voz do Brasil" nos garante alcance nacional e a certeza de que...
Saiba mais 👇🏾👇🏾👇🏾
https://youtu.be/zO5Q705pQL8
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Sites confiáveis para o eleitor consultar se o candidato é ficha-limpa



Muitos eleitores têm dificuldades ou mesmo falta de tempo para pesquisar as qualidades de um candidato a cargo público. Tal fato é bastante estudado por cientistas políticos, sociólogos, especialistas em marketing (eleitoral, mídias sociais e de comunicação alternativa).


Existem, no Brasil, alguns sítios na internet que construíram credibilidade nesse quesito. Lamentavelmente, ainda são poucos, uma vez que os estudos comprovam que há um desinteresse generalizado dos brasileiros pelo tema, e esse fenômeno é atribuído à má conduta dos próprios políticos, em todas as instâncias do poder, onde as Excelências atuam.
A última pesquisa que analisou o comportamento dos brasileiros nas últimas eleições aponta para uma triste realidade: cerca de 70% dos eleitores não lembram em quem votou um ano depois de cada eleição. Além disso, muitos não sabem o que realmente faz um vereador ou um deputado, e também não lembram ou fiscalizam o cumprimento de suas promessas. Um outro problema é a abstenção do voto eleitoral. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nas últimas eleições (2016), votos nulos e brancos e pessoas que não compareceram as urnas somaram cerca de 10,7 milhões, e essa rejeição caracteriza claramente o descontentamento dos eleitores.
Preocupação
Uma realidade que nos preocupa, pois como reivindicar aquilo que não temos conhecimento? Como podemos cobrar daqueles que elegemos se não lembramos em quem votamos? Como podemos participar do desenvolvimento do nosso país, estado ou cidade se não há interesse em saber as atividades do Poder Legislativo ou Executivo? Será que deixar de votar vai resolver o problema? Pelo contrário! O desinteresse gera graves consequências para a sociedade.
A falta de consciência política por parte da maioria dos eleitores brasileiros colabora para que os maus políticos continuem se perpetuando no poder. E o resultado disso é a falta de compromisso com a necessidade do povo, que são refletidos principalmente na péssima qualidade do sistema público de saúde, educação e segurança pública, pois as medidas tomadas pelos parlamentares interferem diretamente em nossa qualidade vida. Quem não se preocupa em participar do processo assina um “cheque em branco”, naturalmente sem fundos, para que o processo de decisão seja decidido de forma unilateral, ou seja, um grupo reduzido de pessoas, com interesses invariavelmente conflitantes, costuram, entre si, um consenso que efetivamente não atende aos interesses do amplo espectro do tecido social brasileiro.
No atual momento que passa o cenário político do país é compreensível que muitos estejam desmotivados e desacreditados, depois dos vários escândalos de corrupção. No entanto, esse comportamento fragiliza a nossa democracia, pois os políticos são os representantes do povo e por meio deles é que podemos reivindicar os nossos direitos, pois, como dizia Ruy Barbosa: “Quem não luta pelos seus direitos não é digno deles”.
De nada vai adiantar ser omisso, pelo contrário, irá apenas agravar ainda mais a situação. Platão, um filósofo grego, certa vez afirmou que: “Não há nada de errado com aqueles que não gostam de política, simplesmente serão governados por aqueles que gostam”. Por isso, se queremos bons políticos devemos estar atentos para que os ‘maus’ não usem a política para benefício próprio. “O momento agora é de reagir!”, adverte William Brigido, coordenador político de um partido político em Pernambuco.
tios confiáveis para consulta
Eis a relação que o blog recomenda à todos os eleitores acessarem.
Observatório Político
O trabalho feito pelo Observatório Político ( www.politico.cnm.org.br ) é mantido pela Confederação Nacional de Municípios, como uma das ferramentas que a organização disponibiliza para a consulta do cidadão aos nomes dos políticos com mandato que se destacam na sua atividade.
Congresso em Foco
O Congresso em Foco é um veículo jornalístico que faz uma cobertura apartidária do Congresso Nacional e dos principais fatos políticos com o objetivo de auxiliar o (e)leitor a acompanhar o desempenho dos representantes eleitos.
Sem vinculação com nenhum partido político, o Congresso em Foco, apóia causas que consideram de interesse geral, como a defesa da democracia e dos direitos humanos (em especial, de grupos discriminados como as mulheres, os negros, indígenas e a população LGBT); a luta contra as desigualdades sociais e regionais; e o combate à corrupção.
A pretensão do veículo é contribuir para melhorar a qualidade da representação política no país. Em outras palavras: colocar as melhores técnicas e ferramentas do jornalismo a serviço da mudança. Daí o lema que preencheu por muito tempo o cabeçalho das páginas e até hoje os inspira é: “jornalismo para mudar”.
Vigie Aqui
O detector de ficha de político é um aplicativo gratuito que utiliza reconhecimento facial para detectar os processos de corrupção e improbidade administrativa que cada politico responde na justiça, usando o smartphone pessoal do eleitor e disponibilizando também, uma extensão que roda no navegador do computador do usuário.
Excelências
O projeto Excelências, banco de dados online com informações de processos e do desempenho de parlamentares, foi retirado do ar por falta de financiamento.
O sítio era mantido pela ONG Transparência Brasil (https://www.transparencia.org.br/)
Por Val-André Mutran – correspondente do Blog do Ze Dudu.
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Urgente: Avião Conquest 180 cai no Lago do bairro Nova Carajás, em Parauapebas

Foto Ze Dudu
Uma aeronave monomotor modelo Conquest 180 pilotada pelo empresário Ezio Fonseca de Menezes caiu no lago do bairro Nova Carajás, na entrada de Parauapebas há poucos minutos.
Ezio, que é piloto com larga experiência, fazia um voo panorâmico com um passageiro até o momento não identificado, mas que o Blog apurou tratar-se de seu cunhado.
Após a queda, que se deu em virtude de uma pane no motor da aeronave, as vítimas foram resgatadas do lago por populares e levadas para a Unidade de Pronto Atendimento de Parauapebas e não correm risco de morte.
Mais informações em instantes.
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Cabo Mauro da Policia Militar é pré-candidato ao governo do Pará

Foto divulgação Facebook 

No último dia 21 de junho aconteceu em Belém o lançamento da  pré candidatura ao governo do Estado do Pará do Cabo da Polícia Militar "Cabo Mauro" pelo PPL (Partido Pátria Livre).
 Em sua fala o pre-candidato ser aprensentou como opção de mudança que o povo estava precisando pra tirar esses políticos sem compromisso do poder!
      -Gostaria de agradecer primeiramente à Deus por ter me dado essa oportunidade.
Agradecer ao Partido Pátria Livre por ter acreditado na nossa força e não ter se voltado pro dinheiro e poder como os outros partidos fizeram. Mostrando assim para a população que não aceitar oferecer mudança com as mesmas figurinhas. Isso seria hipocrisia e o PPL mostrou este compromisso com a verdade.

Foto divulgação Facebook 

Agradecer a Aspomire por ter cedido o seu belo espaço para este evento.
Agradecer à diretoria da Assubsar Pmbm-pa por estarem presentes e na pessoa do seu presidente ter falado tudo o que a tropa está passando nas mãos desse governo incompetente.
Agradecer aos policiais militares que estiveram presentes, sabemos que escalas extras foram feitas em cima da hora.
Agradecer aos meus amigos e amigas, jovens, adultos e pessoas mais velhas que foram nos prestigiar porque acreditam que somos a mudança.
Rumo à vitória em nome do Nosso Senhor Jesus.-

Cabo Mauro é  natural do município de Belém nascido na década 80.

Nome completo:
Mauro Celso Alves da Silva

Idade:
38 anos
Data de nascimento:
19/05/1981
Ocupação:
Policial Militar
Grau de instrução:
Ensino Médio Completo
Estado Civil:
Divorciado(A)
Cor/Raça:
Parda
Município de nascimento:
Belem - PA

Com informações do blog Edson Júnior.
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A região oeste do Pará ganhará Polo Universitário

Vista diário diárias Belo Monte 
 O Pará deve ganhar um Polo Universitário oriundo da Vila Residencial que abrigou os trabalhadores na construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, em Vitória do Xingu, região oeste do Estado. A empresa Norte Energia, responsável pela obra, já aprovou a implantação da cidade universitária que contará com a estrutura de mais de 2.300 moradias.

A proposta surgiu através da moção parlamentar 381/2017 de autoria do deputado estadual Eraldo Pimenta (MDB) e aprovada por unanimidade pelos parlamentares na Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa).

Direção da Norte Energia conheceu com detalhes a proposta apresentada pelos deputados Eraldo Pimenta e Martinho Carmona, ambos da Comissão de Representação para Acompanhar os Trabalhos de Implantação da Usina Hidrelétrica de Belo Monte  (Foto: Reprodução)
Inicialmente, as residências seriam desativadas e teriam como destino a demolição para dar espaço a uma Área de proteção ambiental (APA). Transformada em Polo Universitário poderá abrigar estudantes da Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade do Estado do Pará (UEPA) e Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), os maiores centros de ensino superior público do Estado.

A Vila Residencial Belo Monte está estruturada com sistema de água, esgoto, energia elétrica, meio fio, área de lazer, escola, centro comercial, telefone e ruas asfaltadas. A obra segundo engenheiros tem valor estimado em mais de 300 milhões de reais.

“A ideia se originou quando fiz uma visita à vila dos trabalhadores da Barragem Belo Monte, que é na realidade uma cidade toda estruturada, e está pronta para ser transformada em uma “Cidade Universitária”, explicou o parlamentar.

“Só saberá o valor de um projeto de tal grandeza e magnitude, o pai ou a mãe, que não tem condições de pagar um ensino superior ao filho.  Pois além de ser uma educação pública de qualidade, aplicada na região, podemos atrair também investimentos em cursos universitários, pois já temos a estrutura pronta. Além disso, essa ação colabora com a permanência do nosso povo na região”, observou Eraldo Pimenta.

Fonte: Diário Online
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