quinta-feira, 26 de maio de 2016

Fraudes em prefeituras paraenses chegaram a R$ 17 milhões

maio 26, 2016


Radialista acusado de participação no esquema está foragido
A operação 'Lessons', realizada em conjunto pela Polícia Federal, Controladoria Geral da União,
Receita Federal e Ministério Público Federal, realizada na manhã desta terça-feira (24), desarticulou um esquema de desvio de recursos públicos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB) por empresa fornecedora de materiais didáticos para as prefeituras de Belém, Marituba, Tomé-Açu, Acará, Inhangapi e Vitória do Xingu. As fraudes teriam chegado a R$ 17 milhões em contratos. 
Foram detidos o vereador Anderson Lima, Washington Canté, Reron Melo de Souza, Alberto Pereira, Raimundo Edson, Mario Wilson, Angélica Mota e Washington Maia. 
Apenas uma prisão preventiva não foi cumprida, a do radialista paraense Raimundo Nonato Pereira, que está foragido. Na casa dele, foram apreendidos cerca de R$ 76 mil em dinheiro e 130 gramas de uma substância, que pode ser haxixe. A função de Pereira, segundo as investigações, era buscar novos contratos e cobrar ao vivo, em seu programa de rádio, que os administradores municipais pagassem pelos contratos quando houvesse atraso. 
As empresas acusadas são a BR 7 e a IHOL Idiomas. Durante a operação, os agentes também apreenderam vários carros de luxo, que foram encaminhados para a sede da Polícia Federal, em Belém.
WASHINGTON CANTÉ: Esta não é a primeira vez que Washington Luiz Dias Lima (Washington Canté) é preso acusado de prática de crimes. Em abril de 2010, uma equipe de Policiais Civis, ao comando dos Delegados Jamil Farias Casseb e Silvio Birro Duarty Neto, prendeuWashington Luiz Dias Lima, o conhecido ‘Washington Canté’, acusado de vários crimes nas cidades de Santarém e Uruará, dentre eles, o de Estelionato e Formação de Quadrilha ou Bando.
‘Washington Canté‘ foi preso por força de um Mandado de Prisão expedido pelo Juiz de Direito da Comarca de Uruará. Os problemas com a Polícia e Justiça começaram quando‘Washington Canté‘ era proprietário de uma loja de venda, revenda e financiamento de veículos em Santarém, denominada ‘Garantia Veículos‘, e alguns clientes sentindo-se lesados, fizeram diversas denúncias de ‘golpes‘ na Polícia Civil e ao Ministério Público, que culminou com o cumprimento de um Mandado de Busca e Apreensão feita pela Polícia Civil e MP na casa de ‘Washington Canté‘ e, consequentemente, prisão em flagrante de sua esposa por porte ilegal de arma de fogo
Como funcionava o esquema
Segundo informações da Polícia Federal, as investigações começaram no início do ano e revelaram que a empresa IHOL Idiomas foi criada com objetivo de ensinar inglês e fornecer livros didáticos para prefeituras de alguns municípios do Pará. O material seria criado pelo próprio sócio administrador da empresa e vendido a preços exorbitantes. Composto por três livros em inglês e 3 dvd’s, o kit era vendido ao preço unitário de R$ 1,8 mil para as prefeituras. 
'A operação começou no início do ano na CGU (Controladoria Geral da União), a partir de denúncias anônimas que nos saltaram os olhos pelo fato de que uma empresa recém-nascida já estava fechando contratos no valor de R$ 2 milhões e que nem tinha quadro de funcionários', detalha Israel Carvalho, coordenador do núcleo de operações especiais da CGU. 
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