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segunda-feira, 31 de julho de 2017

Líder de igreja presbiteriana é preso suspeito de estuprar menina

Um líder de uma igreja presbiteriana foi preso, nesta, em Bangu, Zona Oeste do Rio, suspeito de estuprar uma menina durante cinco anos. Segundo a polícia, a vítima começou a sofrer as agressões quando tinha 8 anos e hoje ela tem 13.

De acordo com as investigações, o homem oferecia balas, sorvetes e dinheiro para continuar mantendo as relações sexuais com a criança. A polícia destacou ainda que o suspeito, de 57 anos, era conhecido da família da vítima.


Homem é preso por agredir esposa por ela recusar sexo no período menstrual

Segundo informações da polícia, essa não é primeira vez que a mulher é agredida pelo mesmo motivo.
O sexo deve ser uma atividade mutuamente consensual entre um casal. A violação aplica-se mesmo aos casais, desde que uma das partes o recuse. Recentemente, noticiamos que um deputado da Malásia causou uma grande indignação ao dizer que mulheres que se recusam ter relações sexuais com o seus esposos estão cometendo um abuso emocional e psicológico. O deputado também disse que mulheres que negam ao esposo o direito de se casar com outra mulher também estão cometendo um Crime.
Em resposta ao cometário desnecessário do parlamentar, uma ativista dos direitos das mulheres relatou que a visão do deputado era baseada na ignorância.
Acrescentado que as mulheres têm o direito de dizer não para o sexo. Levando em conta o machismo do homem, uma mulher foi agredida pelo esposo por se recusar a ter relações sexuais, pois a mesma estava em seu período menstrual.
É verdadeiramente triste ouvir histórias de homens ferindo fisicamente suas esposas. Um marido deve proteger o amor de sua vida e não lhe causar nenhuma dor. Forçá-la a fazer algo que não se sente confortável é uma grande maldade. A violação ainda pode acontecer, mesmo duas pessoas já são casadas. É considerado abuso se um dos envolvidos não dá o seu consentimento. Um homem na Malásia abusou de sua esposa de 44 anos, quando ela se recusou a ter relações sexuais com ele. De acordo com ‘Sinar Harian’, o incidente ocorreu na casa do casal, na cidade de Taman, Impiana, Pengkalan Chepa, na Malásia, no sábado (22).
A mulher tinha uma razão válida para que ela rejeitasse seu marido. A vítima estava atualmente no período menstrual, e se recusou a ter relações sexuais com seu esposo de 49 anos. Segundo informações, essa não foi a primeira vez que a vítima foi agredida pelo esposo, aos seus 19 anos, ela foi agredida pelo esposo pelo mesmo motivo. Antes, ele a golpeou tanto que seu corpo estava coberto de hematomas e tinha o rosto e braços inchados. Os relatórios dizem que o casal já se divorciou duas vezes.
A razão pela qual as mulheres continuam voltando para o marido, embora sejam abusadas, são desconhecidas. Enquanto isso, no último incidente, o acusado foi preso pela polícia, e passou por uma audiência com o magistrado, Nik Habri Muhamad. Isso resultou na sua condenação de até cinco anos de prisão nos termos da Lei de Abuso da Seção 375A. Tenha sempre isso em mente quando alguém diz 'não' para o sexo, você não deve forçá-los a fazer sexo com você.
O que você pode dizer sobre o incidente violento? Diga-nos o que você acha na seção de comentários abaixo.

"Mundo Curioso" Oque é maçonaria?

A maçonaria sempre foi e sempre vai ser motivo de muita curiosidade, isso porque o grupo é fechado, só pessoas convidadas podem participar e não podem sair falando por ai o que acontece lá dentro. Por esse motivo muita coisa parece a respeito, alguns falam que a maçonaria tem relações com o satanismo, o que não é verdade. Conheça um pouco mais sobre a maçonaria, para não correr o risco de ser enganado ou sair falando inverdades por ai.

Essa sociedade secreta é bem antiga, não se sabe ao certo quando surgiu, alguns dizem que a maçonaria apareceu na época dos templários, outros já afirmam que surgiu antes de Cristo. Atualmente existem cerca de 6 milhões de homens maçons no mundo, aqui no Brasil são cerca de 150 mil maçons. Muitas pessoas pensam que a maçonaria é uma religião, mas não é, eles não tem distinção de raça, religião, posição social e ideário político. Eles acreditam em Deus como o grande arquiteto do universo.

Só homens são aceitos na maçonaria, mas existem reuniões de mulheres ligadas a maçonaria, mulheres casadas com maçom. É uma espécie de fraternidade, mas não são reuniões fechadas. Já as crianças têm uma sociedade iniciática ligada a maçonaria:

Demolay – Os meninos participam, qualquer criança na idade de 12 a 21 anos pode participar, não precisa ser filho de maçom, mas essa criança precisa ser convidada por um maçom.

Filhas de Jó – As meninas participam, qualquer menina na idade de 11 a 20 anos pode participar, mas também precisam ser convidadas por um maçom.
Depois que os meninos completam 21 anos eles saem e não são iniciados na maçonaria, para entrar ele precisa ser convidado, independente de ter participado do Demolay. Uma curiosidade é que o nome Demolay é o sobrenome do último cavaleiro templário.

Como entrar?

Como foi dito, o homem precisa ser convidado por um maçom para entrar, mas não é tão simples, depois que a pessoa é convidada ela passa por uma série de etapas para ser realmente aceito. Nessas etapas eles analisam várias áreas, visitam a família e outros maçons conversam com o homem convidado para saber qual a real intenção ao entrar.  Se passar por todas as etapa é iniciado.

A iniciação é diferente em cada rito maçônico, existem vários como, por exemplo, o rito escocês antigo e aceito e o rito brasileiro. O homem iniciado agora é um maçom e como existem vários ritos, ele pode ou não subir de grau. O rito escocês antigo e aceito, bem comum no Brasil, tem 33 graus, sendo que os três primeiros são obrigatórios.

A maçonaria na história do Brasil

Como já foi dito a maçonaria é bem antiga e por isso ela está presente em vários cenários históricos. Muitos homens importantes fizeram e fazem parte dessa sociedade, na independência brasileira, por exemplo, eles ajudaram e foram importantes para criar a uma nova politica. Claro que não foram eles que declararam a independência, pois ela foi feitas por muitos, muitos lutaram por ela, mas a ordem maçônica contribuiu bastante.

José Bonifácio e Joaquim Gonçalvez lideraram os maçons discutindo a melhor forma como a independência deveria ser conduzida. Mas isso não aconteceu apenas nessa época, até hoje eles tem contribuído de alguma forma para a melhora do país.


assalto a van terminou em Tragédia no Município de Castanhal

um assalto que terminou em capotamento,o fato aconteceu no fim da tarde de domingo dia (30),em Castanhal-Pá

Um assalto a uma van terminou em tragédia no município de Castanhal, no nordeste paraense, no final da tarde de domingo (30). O veículo capotou, deixando passageiros feridos e um adolescente de 15 anos – suspeito de ser um dos assaltantes – morto.

O veículo deixou o município de Capanema com destino a Belém, quando, ao trafegar em Castanhal, o assalto foi anunciado.

Segundo informações de testemunhas, uma passageira pediu ao motorista para que entrasse em uma rua para ela desembarcar. Assim que desceu do veículo, dois homens entraram na van e anunciaram o assalto

As testemunhas contaram ainda que um dos assaltantes, armado, ficou nos fundos do veículo enquanto o outro recolhia dinheiro, aparelhos celulares e objetos de valor dos passageiros.

Na tentativa de desarmar o assaltante, o motorista tentou manobras em zigue-zague, mas perdeu controle do veículo, que acabou capotando na Rua Marechal Deodoro, no bairro Santa Catarina, na periferia de Castanhal.

Ao contrário do que havia sido comentado nas primeiras horas após o acidente, nenhum passageiros que conversou com o DIÁRIO disse ter ouvido disparos de dentro do automóvel.

Logo após o capotamento, vários curiosos se aglomeraram em volta do veículo, enquanto as vítimas eram socorridas por paramédicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu )

Na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Castanhal, familiares buscavam por informações dos passageiros feridos; sendo uma criança de seis anos e sua mãe, de 21 anos, que sofreram hematomas leves.

Uma moça de 25 anos com suspeita de traumatismo craniano e um rapaz com idade aproximada foram transferidos ao Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua.

Uma senhora de 40 anos, com ferimentos nos olhos, foi encaminhada para o Hospital Pronto-Socorro Municipal Mário Pinotti, no bairro do Umarizal, em Belém.

EDSON JÚNIOR COM INFORMAÇÕES DO BLOG WALDEMIR SANTOS


domingo, 30 de julho de 2017

Fordlândia, um império perdido na Amazônia

Há mais de 70 anos, terminava o plano de Henry Ford de abastecer suas fábricas com borracha produzida no Brasil. Local virou ruína
Fordlândia deixou de existir em 1945

Em  2015 completam-se sete décadas da ruína de um pedaço de império no meio da floresta amazônica. Era uma área extensa, de aproximadamente 15 mil quilômetros quadrados no sudoeste do Pará, na região de Santarém, a 800 quilômetros de Belém. Foi onde se construiu a Fordlândia, referência ao empresário norte-americano Henry Ford, que planejava estabelecer ali sua base de fornecimento de borracha. A aventura começou em 1927 e terminou em 1945, sem sucesso. A área hoje está em ruínas. No início deste ano, o Ministério Público Federal (MPF) solicitou rapidez ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico (Iphan) no processo de tombamento, mas ambos concordam que isso não será suficiente para recuperar e preservar o local.
Na primeira década do século passado, Henry Ford causou sensação com seu modelo T, pioneiro na fabricação em série. O modelo de produção inovador para a época foi batizado de fordismo. Surgia a linha de montagem. Para os pneus dos automóveis, ele precisava de borracha – e aí surge o projeto da Fordlândia.
O ciclo da borracha no Brasil já estava superado. No início do século 20, quem produzia eram colônias inglesas do Sudeste Asiático. O empresário viu na Amazônia oportunidade de investimento e de fornecimento contínuo e mais barato para seus produtos, fugindo do monopólio britânico. Adquiriu o terreno e, em pouco tempo, criou não apenas uma fábrica, mas uma típica cidade dos Estados Unidos em plena Amazônia, no final dos anos 1920. Uma little town(cidadezinha) à beira do Rio Tapajós, que chegou a ter mais de 3 mil trabalhadores.

Cidade chegou a ter 3 mil trabalhadores, que não se adaptaram ao estilo norte-americano de vida. Na foto, vila operária em 1933


A produção da borracha, no entanto, nunca se firmou. As pragas atacaram as seringueiras e as plantações ainda foram transferidas – outra cidade foi erguida, em Belterra, que faz parte do processo de tombamento em análise pelo Iphan. Mas a indústria também já havia descoberto a borracha sintética. O projeto brasileiro perdia sentido.
A empresa teve ainda problemas com seus funcionários brasileiros, ao tentar impor uma cultura norte-americana, que não se limitava ao modelo de produção, e incluía novos hábitos de comportamento e alimentares. Em 1930, por exemplo, houve uma rebelião de trabalhadores, que se batizou de Revolta das Panelas, descrita em detalhes pelo historiador norte-americano Greg Grandin, no livro Fordlândia – Ascensão e Queda da Cidade Esquecida de Henry Ford na Selva, lançado no Brasil cinco anos atrás


Hábitos norte-americano, inclusive os alimentares revoltaram os brasileiros e resultaram na revolta das Panelas


Fascínio e desolação

Segundo a superintendente do Iphan no Pará, Maria Dorotéa de Lima, o processo de tombamento encontra-se “em vias de finalização”, com algumas pendências. Mas os problemas são muitos, acrescenta. “Na prática, quem responde pela gestão local é a prefeitura de Aveiro, pois Fordlândia é um distrito municipal. Porém, trata-se de área da União, o que dificulta a atuação do município no que se refere à fiscalização”, diz Dorotéa, que conta ter experimentado “sensações contraditórias de fascínio e desolação” ao visitar o local. “O desafio está em superar o isolamento e encontrar soluções que associem preservação, sustentabilidade e gestão.”
“Só o tombamento não vai resolver, se não houver outros canais de proteção”, afirma a procuradora Janaína Andrade, do MPF paraense, que vê necessidade de políticas públicas para cuidar efetivamente da área. “A situação é difícil. Com o passar do tempo, as intempéries vêm, e são perdas que não serão recompostas. E não é só esse patrimônio. Assim como na Fordlândia, infelizmente o patrimônio cultural não tem valor. O próprio Iphan não tem estrutura”, lamenta Janaína.
No começo de junho, a procuradora esteve em contato com a Secretaria do Patrimônio da União (SPU), que atua junto com o Iphan no caso. Foi feito um pedido de seis meses para conclusão do inventário. Apesar do prazo elevado, o Ministério Público tende a aceitar, até por uma questão prática: uma possível ação civil pública não teria efeito nenhum, porque não haveria como cumpri-la.
Para Janaína, é preciso tentar despertar a consciência da população. “A sociedade não valoriza o patrimônio que tem lá”, afirma. Uma ideia em estudo, que está sendo discutida com professores da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), é levar um curso de extensão (de Arqueologia) de Santarém para Aveiro, cidade onde fica a Fordlândia, com população estimada em 16 mil pessoas, segundo o IBGE.
Fordilandia vista aérea
Fordlândia em 1933

Mato e Ruínas

A Fordlândia deixou de existir, definitivamente, em 1945. O governo brasileiro indenizou a empresa e ficou com a infraestrutura, que aos poucos se perdeu. O local chegou a receber instalações federais e fazendas, com casas habitadas por servidores do Ministério da Agricultura. Mas a área foi abandonada aos poucos e os prédios se deterioraram ou foram alvo de vandalismo. Ainda há moradores na região. Alguns ocuparam casas remanescentes da chamada Vila Americana.
Recentemente, o repórter Daniel Camargos, do jornal Estado de Minas, visitou o local. Sua descrição a respeito do hospital que funcionava ali ajuda a dar uma ideia do que aconteceu com o passar do tempo: “O projeto do hospital foi elaborado pelo arquiteto Albert Khan, o mesmo que projetou as fábricas da Ford em Highland e River Rouge, nos Estados Unidos. A capacidade era de 100 leitos e foi um dos mais modernos do país, sendo o primeiro a realizar um transplante de pele. Hoje, é só mato e ruínas. No local abandonado, somente o zumbido de mosquito interrompe o silêncio”.
Dorotéa considera que a experiência pioneira, no sentido de implementação de um grande projeto internacional na Amazônia, não deve ser desprezada, mas faz ressalvas. “Os muitos estudos e trabalhos a respeito revelam que o desprezo do componente cultural e da realidade local muito contribuiu para os desacertos”, analisa a superintendente do Iphan. “Muitos projetos vieram depois e, apesar de um outro entendimento da região e do componente local, pode-se dizer que continuamos a ser meros fornecedores de matéria-prima, inclusive no caso da energia. Muitas vezes o que fica na região é apenas o lado perverso desses investimentos: desmatamento, poluição, aumento da população nas periferias dos projetos em áreas de ocupação irregular, inchando as cidades que, em geral, não têm as condições devidas para atendê-las.”
Henry Ford morreu em 1947, sem conhecer sua cidade amazônica.
sonho amazônico de
 Henry Ford
Não deu em nada

Homem morre entalado em janela ao tentar invadir escola em São Miguel

Um homem identificado como “Fubá” morreu ao tentar invadir a Escola Municipal de Ensino Fundamental São José Operário, no município de São Miguel do Guamá, região nordeste do Pará, na madrugada deste sábado (29).

De acordo com a Polícia Militar, ele ficou preso em um balancim e morreu entalado durante a tentativa de assalto.

Policiais militares foram chamados pelo vigia da instituição através de uma ligação às 4h. Os PMs foram ao local e acionaram o Corpo de Bombeiros, mas o homem já estava morto.

O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para remover o corpo.

Fonte:  (Com informações de Tiago Silva/Diário do Pará)


"A vergonha do Pará" Deputado Federal Paraense tatuou no Ombro o nome do Presidente Temer isso que amor!!!!

Circula pelas mídias sociais, uma foto do deputado federal Wladimir Costa (SDD-PA) – que prefere ser chamado de Wlad – com uma tatuagem do nome do presidente Michel Temer, no ombro direito.

As informações são de que a foto tenha sido tirada em um evento de entrega de caminhões do governo federal para prefeituras do Pará.

Além dele, só mais uma pessoa no mundo foi vista com uma tatuagem com o nome de Michel Temer: Marcela Temer, a esposa do presidente. Só que a tatuagem dela é bem mais discreta que a feita por Wladimir Costa.

Há um ano atrás, Wlad teve o mandato cassado por gastos ilegais em sua campanha eleitoral, mas recorreu da decisão no TSE e permanece em Brasília.

Recentemente, Wlad apareceu em matérias dos grandes veículos de imprensa como recebedor de emendas parlamentares milionárias e disse que não sabia delas. O deputado então revelou pede dinheiro para o presidente Temer para ajudar os municípios e chegou a detalhar sua estratégia dizendo: ‘Faço cara de coitadinho’.

A defesa de Wlad à Temer já virou piada nas redes sociais, onde um dos seus vídeos já alcançou quase 300 mil pessoas, só na fanpage do blog AS FALAS DA PÓLIS


Você sabia que a indonésio tem um ritual consiste em desenterrar os mortos, limpá-los e vesti-los ?

É provável que você pense que zumbis e mortos-vivos são exclusivos de filmes de terror e que não existem no mundo real, porém um dos povos da Indonésia pode te surpreender.

As famílias nas aldeias de Toraja, em Sulawesi do Sul, possuem um ritual que pode parecer muito estranho aos nossos olhos, apesar de extremamente normal para eles: desenterrar os mortos, limpá-los e vesti-los com roupas totalmente novas para que eles sejam carregados pelos familiares do local de morte até a casa em que viviam.
O ritual é conhecido como MaiNene, ou “A Cerimônia de Limpeza de Corpos”, e ocorre sempre no mês de agosto, sendo que todos os mortos são exumados, sejam idosos ou crianças. Os corpos são limpos e arrumados com novas roupas, até serem levados de seu local original de morte pelos próprios familiares.
O regresso dos espíritos ao lar
Os caixões ou túmulos que estão danificados são então restaurados, de modo que possam ser utilizados novamente. De acordo com as crenças do povo de Toraja, os espíritos dos mortos precisam retornar à vila de origem. Por exemplo, se uma pessoa morresse em alguma viagem próxima, os familiares teoricamente devem pegar o corpo, limpá-lo e vesti-lo, e acompanhá-lo desde o local da morte até a casa do falecido.
No passado, esse foi um fator bastante limitador para o povo de Toraja, já que as pessoas não queriam sair das aldeias. Eles tinham medo por achar que se morressem em algum lugar longe demais, os familiares não poderiam levá-los para casa depois de mortos. Hoje, apesar de o ritual não ser mais tão popular, ele é preservado e ocorre anualmente em Toraja.


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